SEGREDOS DE BASTIDORES APORTAM  POR QUE FILME MORTAL KOMBAT 2 : ANIQULAÇÃO FRACASSOU EM 1997.

SEGREDOS DE BASTIDORES APORTAM POR QUE FILME MORTAL KOMBAT 2 : ANIQULAÇÃO FRACASSOU EM 1997.

janeiro 12, 2023 0 Por Othon Norões
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Foto: Looper

Mortal Kombat foi a primeira franquia de luta a obter reputação nos cinemas e ajudar a popularizar as ajustamentos de jogos dos videogames para as telas grande. Porém, sua sequência, intitulada de “Mortal Kombat: Aniquilação” em 1997, fracassou na missão de imortalizar o gênero por mais tempo.

Com efeitos especiais imperfeitos e um cronograma de produção definhado, a produção ficou bem longe do ideal, trazendo o temor de que a franquia nunca mais conseguisse ter uma nova chance. Felizmente, Mortal Kombat 2021 conseguiu trazer a sangrenta saga criada por Ed Boon e John Tobias de volta, mesmo que o roteiro do reboot não tenha seguido justamente o original. O Canal Looper trouxe em seu mais contemporâneo vídeo alguns segredos de bastidores que contribuem a elucidar o porque a continuação de 1997 ficou bem abaixo do que os fãs realmente conquistavam.

As informações inferiormente são baseadas em entrevistas e em trechos integrados no livro “Light, Camera, Game Over!”, lançado em 2017, e foram separadas por tópicos para ajudar você a enquanto situar um pouco das situações que passaram durante a pré e pós-produção do filme da New Line Cinema.

DESISTÊNCIAS E CONTROVÉRSIAS

Depois do grande sucesso de “Mortal Kombat” de 1995, a New Line falou de providenciar a sua continuação. A ideia era manter todos do elenco anterior para a nova trama, no entanto, muita coisa não saiu como imaginado, fazendo com que a produção fosse reestruturar.

Linden Ashby (Johnny Cage) e Christopher Lambert (Raiden), por exemplo, visto que desaceitaram a retornar para franquia, ficando substituídos por Chris Conrad e James Ramer na devida ordem.


Foto : Looper

Ao livro “Light, Camera, Game Over!”, o produtor do filme, Lawrence Kasanoff, disse que a troca no intérprete de Raiden aconteceu em defluência de um conflito de agenda de Lambert. No contudo, após o lançamento de “Aniquilação”, o ator citou que desistiu do projeto após avaliar o roteiro proposto, que para ele havia malfeito. A mesma justificativa também foi dada por Ashby, que ainda relatou que havia aberto para reprisar o papel, mas que o produtor não contou honrar com o seu contrato para a sequência. 

A MORTE DE JOHNNY CAGE

Chris Conrad foi o ator chamado para substituir Linden Ashby como Johnny Cage. Ambos são iguais em todos os sentidos,realizando com que os fãs não estranhassem a substituição. Entretanto, a participação do ator é curta, uma vez que seu personagem é brutalidade morto por Shao Kahn logo na abertura do filme.

Em entrevista ao site Killerfilm, em 2011, Conrad comemorou a cena, fazendo o seguinte comentário:

Foto: Looper

Sim, quebrei meu pescoço em tempo recorde. Eu disse às pessoas quando saiu para ‘pegar sua pipoca e passar após os primeiros 10 minutos, para que você não sinta a minha falta’”, disse.

Sobre a morte do personagem, Lawrence Kasanoff disse que o desfecho foi proposital, diretamente para criar um impacto forte nos fãs. Acredita-se incluindo que haviam planos para que Cage regressasse a aparecer no filme como um fantasma, o que naturalmente foi descartado depois.

SOBRECARGA E ACIDENTES

Outro ator que foi chamado para “Aniquilação” foi J.J Perry. No filme de 95, ele foi recrutado para compor a equipe de dublês dirigentes pelas coreografias de luta, e na sequência ganhou uma chance de ouro após Chris Casamassa (Scorpion) assinar acordo para fazer parte de “Batman & Robin”. Além do próprio Scorpion, Perry também explanou os personagens Noob Saibot e Cyrax. A jornada tripla, no entanto, levou uma consequência dolorosa.

Foto: Looper

Durante uma das sequências de luta, o ator acabou trancando o tornozelo após topar em um cabo de força. O acidente teria acontecido por causa máscara do ninja cibernético, que envergonhava a sua visão nas cenas de ação. Esse fato, inclusive, acabou deteriorando o que havia planejado para o confronto entre Scorpion e Sub-Zero. 

 Foto: Looper

Segundo entrevista de Chris Casamassa ao site Upcomer.com, a cena de luta entre o personagem originalmente disporia uma duração maior e fechada mais ambiciosa, porém, a duração dela acabou restrita após o papel ser redizido.

Foto : Looper

Além do cast de atores, as substituições da franquia nos cinemas também foram em cargos maiores. O diretor do primeiro filme, Paul W.S. Anderson, deixou a sequência, passando espaço para John R. Leonetti, que havia estado o diretor de fotografia do anterior.

Foto: Looper

Embora mantenha uma postura respeitosa em relação a Lawrence Kasanoff, Anderson descreveu em “Light, Camera, Game Over!” que sua dinâmica como ele “menos do que suave”, e que se sentiu contente ao ver que Leonetti havia sido promovido para dirigir “Aniquilação”.

DA AMBIÇÃO A QUEDA

Enquanto o Mortal Kombat de 95 possuiu apenas duas locações para as suas filmagens (Califórnia e Tailândia), “Aniquilação” foi bem mais ambicioso, programando rodado na Tailândia, Israel, Jordânia e Reino Unido.

Em entrevista ao GamePro no ano de 1997, Kasanoff informou que a incorporação de mais locações fechada para dar mais escopo as cenas de ação. Isso significava que o filme possuiria mais cenas ambientas no universo da Exoterra (Outworld), justificando a exigência de filmar em locais mais exóticos, formando uma estética de outro mundo.  

Foto: Looper / GamePro

Dentre um dos locais determinados para rodar cenas estava uma mina de pacote abandonada em Parys Mountain, no Reino Unido. No entanto, segundo o próprio produtor do filme, as gravações passaram afetado por conta das condições climáticas do local, com direito a um abarracamento da produção sendo levado pela forço do vento.


Foto : Looper

Embora possuísse a visão de que “Aniquilação” seria maior e melhor que seu antecessor, o filme de Kasanoff teve um orçamento de US$ 30 milhões, um valor conhecido e que trouxe alguns problemas para a produção, como a redução do tempo de tela, com algumas sequências de ação cortadas quase que por inteiro.

De acordo com o co-roteirista do filme, Brent V. Friedman, as limitações de orçamento passaram resultando em grandes cortes para o roteiro final.


Foto : Looper

Me diziam: ‘Ei, essa batalha épica de quatro páginas agora precisa ser uma batalha de duas pessoas com duas páginas’ [….] Quando você corta uma grande sequência como essa, todo o filme sofre, porque foi projetado para ser um grande cenário de ação em um ponto muito específico do filme”, completou.

Para justificar as críticas que o filme conseguiu após eu lançamento, Kasanoff citou o cronônimo de produção apertado como o fator principal. Ele teria, até mesmo, recomendado para que a New Line aguardasse pelo menos seis meses antes de lançar a sequência, apelo que foi integralmente ignorado pelo estúdio.  

Sem opção, Kasanoff foi obrigado a seguir com cronograma definido pela New Lines, não acontecendo a menor probabilidade para realizar refilmagens, o que poderosa ajudar a resolver quaisquer lacunas existentes na trama. O planos do produtor também compreendiam a aumento de mais uma semana de filmagens na Tailândia e Jordânia, mais à frente de gravações adicionais em estúdio, garantindo uma revisão mais apurada para a edição preliminar.

Nos quesitos efeitos especiais, mais um problema. A equipe de pós-produção do filme era apresentada por todo mundo, mas mesmo com esse conquista global de talentos, esse departamento não conseguiu realizar o trabalho de forma configuração.


Foto : Looper

Embora a própria New Line porte considerado os efeitos especiais de “Aniquilação” como “bons o suficiente” para a época, o próprio Kasanoff admitiu que essa parte do trabalho permaneceu incompleta.

A CONTINUAÇÃO QUE NÃO ACONTECEU

Foto: Looper

Ainda segundo os informações do livro, Kasanoff tinha planos de continuar a franquia após “Aniquilação”. A sequência foi temporariamente chamada de “Mortal Kombat: Devastação”. No contudo, a má recepção da crítica e o fracasso comercial do filme tiveram ao adiamento do projeto por vários anos.

Foto: Looper

No início dos anos 2000, aconteceu uma tentativa de pré-produção, com Linden Ashby e Robin Shou (Liu Kang) ficando os porta-vozes dessa sequência. A Louisiana acontecia escolhida para ser locação, mas as filmagens passaram adiadas após a cidade ser triste pelo furação Katrina em 2005.

Foto: Looper

Possivelmente , a Midway Games acabou contribuindo em um processo de venda, ficando adquirida pela Warner Bros. Kasanoff, inclusive, atraído impedir a vendo do estúdio de jogos por meios judiciais, uma vez que a transação obrigar-se produção do terceiro filme. A experiência acabou falhando, a venda foi completa e o projeto foi arquivado em definitivo.

Foto: Looper

Outro fato avançado no vídeo do Looper é que Christopher Lambert também foi conhecido para retornar como Raiden no terceiro filme.

Em uma entrevista para o Loaded, em agosto de 2016, o ator demonstrou que veio a ler o roteiro que foi apresentado para “Mortal Kombat: Devastação” e que estava gostado do que tinha visto. No entanto, não fica claro enquanto o material foi o mesmo acedido por Shou e Ashby.

Foto: Looper

Ainda segundo Lambert, o terceiro filme traria como proposta a quebra de espaço e tempo, com os lutadores seguindo através das eras, em locais diferentes no meio da batalha. sabe-se que essa tenha acontecido uma experiência de reviver a franquia por parte da New Line Cinema, no entanto, não foi o que aconteceu. A reiniciação da séria aconteceria muito anos depois, em 2011, com a engajamento de Kevin Tancharoen para dirigir o novo filme.


 Foto : Looper

Em 2016, a Warner Bros. finalmente confirmou um novo filme, dessa vez com Simon McQuoid como diretor, sendo que lançamento em 2021 e se tornando o maior sucesso do streaming de filmes da empresa, o HBO Max.

MAS NEM TUDO FORAM ESPINHOS

Robin Shou foi um dos poucos atores do primeiro filme comprovado em “Aniquilação”, fazendo com que os fãs não permanecessem totalmente desapontados. Embora efetivasse as suas próprias cenas de luta, o ator havia com auxílio de um dublê para dar maior movimento em suas cenas. Esse profissional é ninguém menos que o tailandês Tony Jaa.


Foto : Looper

A participação no filme fez com que Jaa debulhasse seu próprio caminho dentro do rol de estrelas de filmes de ação, com destaque para participações em produções como “Ong-Bak: The Thai Warrior”, de 2003, e “Velozes & Furiosos 7”, de 2015.

Outro que também possuiu sua carreira organizada de aparência positiva após participar de “Aniquilação” foi Ray Park. Na ocasião, o britânico foi o dublê escalado para dar suporte as cenas do ator James Ramer, que acabou deixando o papel de Raiden após a desistência de Christopher Lambert.


Foto : Looper

Park também resolveu outro ator da sequência, Dennis Keifer, em cenas que assustoso o personagem Baraka, e também foi um do assustador que anunciam os heróis na luta em Outworld.


Foto : Looper

Após sua participação em “Aniquilação”, Park foi escalado para viver Darth Maul em “Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma”, de 1999. Ele também sofreu o Cavaleiro Sem Cabeça em “A Lenda de Sleepy Hollow”, de 2013. No entanto, seu papel de maior destaque entre os amantes de filmes de super herói foi como o vilão Groxo, em “X-Men”, de 2000. Ele também foi chamado para interpretar Snake Eyes nos primeiros filmes da franquia “G.I. Joe”.

Durante sua participação na Comic-Con de Salt Lake City, em 2013, o ator não só informou que “Mortal Kombat: Aniquilação” foi consequente por iniciar a sua carreira, como  também expressou interesse em retornar à franquia, caso se novamente convidado.

É O QUE DEU ERRADO?

Depois de dirigir o primeiro filme de MK, Paul W.S. Anderson ficou a liderar adaptações de jogos de videogames para os cinemas. Dentre essas produções estão “Resident Evil” e “Monster Hunter”, este e aquele da Capcom.

Foto: Looper

“Isso [me] fez pensar de forma diferente sobre como você cria uma franquia, e uma das coisas que as franquias fortes têm é uma forte equipe criativa por trás delas que permaneceu a mesma. Senti que com ‘Mortal Kombat’ comecei uma franquia e depois a sequência acabou com a franquia”, declarou Anderson ao livro.

Além de dirigir, Anderson também foi responsável por escrever o roteiro de quatro dos seis filmes de Resident Evil. Parte desse jeito, segundo ele, foi conquistada graças a sua experimento com Mortal Kombat.

Sobre os problemas de “Aniquilação”, ele contou o seguinte: 

Foto: Looper

Os problemas que eles tiveram desta vez foram as razões pelas quais eu não queria voltar para a sequência”.

Apesar de sempre seguir toda a trajetória de Mortal Kombat, sem exclusão participado da produção dos filmes, o co-criador da franquia, Ed Boon acredita “Aniquilação” como o conhecimento mais baixo para a série nos cinemas.

 Foto: Looper

O mesmo vivência é compartilhado por John Tobias, que é autorizado como co-criador da história do filme junto com Kasanoff e Joshua Wexler (Brent V. Friedman e Bryce Zabel são os roteiristas). Em um jogo de perguntas e respostas na internet, ele disse que listou “Aquilação” como uma de suas memórias não tão favoritas, precisamente dos cortes brutos realizados pela edição.