O Final Fight 3 de NES embora é com efeito bom demais!

O Final Fight 3 de NES embora é com efeito bom demais!

novembro 28, 2022 0 Por Othon Norões
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Foto: Hummer Team

Eu nunca tive muito ingresso ao NES quando criança. Em casa, meus primeiros videogames passaram um Atari 2600 e depois um Master System. E nas locadoras, como era uma criança dos anos 90, já tinha entrada ao Mega Drive e Super Nintendo, e até a novidades na época, como o 3DO ou o Saturn.

Regressei sim a jogar o famoso Nintendinho, mas na casa de primos, sem muito compreensão de sua biblioteca. Nem Mario jogava, para uma vez que ter ideia. Fui ter meu NES, um brasileiro, da Playtronic, só depois de adulto. Regressei a ter dois, mas vendi e hoje meu entrada a este console está apenas em emulação, durante um NES, seja original ou clone, pra comprar.

O Final Fight 3 de NES não-oficial é realmente bom demais!

Foto: Hummer Team

Falou tudo isso pra deixar claro que não explorei a biblioteca do NES como se devesa, e isso contém os famosos jogos não-oficiais. Aqueles games que, nos anos 90, engabelavam muita criança, fazendo elas refletirem que realmente existia um Street Fighter II, um The King of Fighters ou mesmo um Sonic (aquele famoso Somari), para o sistema.

A maior parte desses jogos, como não autoridade ser diferente, possuíam inúmeros bugs, gameplay tosco e parte sonora sofrível. Mas no meio de tonto tragédia “não-oficial”, existem sim verdadeiras jóias para o sistema, como o Final Fight 3, jogo que só saiu para o Super Nintendo, claramente não conserva uma versão oficial para o NES, mas que ganhou um port através de desenvolvedores “alternativos”.

O Final Fight 3 de NES não-oficial é realmente bom demais!

Foto: Hummer Team

O game abertura em um jogo que, embora não era dos melhores, ao menos era abalizado em sua proposta e, frequentemente falando, era muito bonito. No NES o game oferecia o controle dos quatro personagens originas: Haggar, Guy, Dean e Lucia. Foi feita pela “Hummer Team”, vindo em 1998, ou seja, três anos depois o seu lançamento original.

Eram dias os quais o PlayStation 1 e o Nintendo 64 já eram no seu auge, enquanto o Dreamcast estava nascendo. Mas o NES seguia como opção mais barata, seja de forma oficial (o sustentação no Japão terminou apenas em 2003), ou na forma de clones, sejam os Dynavisions da época, ou os modelos vindos da China.

O Final Fight 3 de NES não-oficial é realmente bom demais!

Foto : Hummer Team

O curioso aqui é que o game não é nenhum hack com personagens trocados. É realmente um port, com inimigos, cenários, chefes e fases inspirados no jogo original. As consequências incontestável são menos inimigos na tela, um gameplay mais simples e visuais mais simples. Outra coisa que influencia aqui é que, embora seja um game não-oficial, ele se mostra muito mais aprimorado do que outros jogos do gênero, que possuem com controles duros, e muitos bugs.

Sim, aqui também tem algumas falhas, contendo pequenos erros de digitação (que jogos oficiais também tinham), mas no geral, este jogo conquista enganar muito bem, fazendo-se parecer com um legítimo game de NES. Tudo funciona de forma apropriada, sendo apenas um pouco mais fácil do que o jogo original, mas nada que impossibilitar diversão.

O NES serviu, por mais tempo do que foi marcado, como plataforma de diversão para muita gente. Ainda hoje o console é jogado, mas no antigo, era fundamental, em dias de consoles caros (sempre foi assim!), pois autorizava que o ingresso a um videogame fosse real. E, com projetos como estes, ainda mais um port não-oficial de tanta característica, trouxe ainda mais qualidade a uma biblioteca que já era rica por afirmativo só.