Mobilezando 61 – Okay?
dezembro 31, 2019Feliz ano novo meu queridos gamers! No dia da virada eu venho aqui trazer um jogo casual que eu tenho certeza que vocês vão adorar. Se preparem pois hoje vamos falar sobre Okay?
Sobre o jogo:
Nome: Okay?
Tamanho: 80Mb.
Produtora: Philipp Stollenmayer.
Valor: Free to Play.
Plataformas: Android e Apple.
Avaliações: 4.8 (Play Store), 4.9 (App Store)
Descrição: “Okay?” é um jogo de quebra-cabeça onde você deve limpar a tela atirando só uma bola. Apesar de simples a progressão dele é muito boa e as fases são bem elaboradas e com certeza vocês irão se divertir com ele. Além das milhares de fases disponíveis você pode jogar as fazes criadas pelos jogadores ou criar as suas próprias fases!
Jogabilidade – 5/5:
Apesar de simples a jogabilidade é muito boa e bem precisa fazendo com que o jogo não seja frustrante. Nesse ponto o jogo só se resume a escolher onde colocar a bolinha e a direção que ela vai ser atirada.
Desempenho – 5/5:
O jogo tem um ótimo desempenho em qualquer celular por conta da sua simplicidade.
Gráficos – 5/5:
Apesar de simples a arte do jogo é bem bonita e charmosa o que faz com que você não se canse durante a jogatina e não se perca no que você tem que fazer.
Música/ Sons – 4/5
O jogo possui sons bem relaxantes mas ele não possui uma música de fundo enquanto você joga, isso faz com que a gameplay seja meio vazia mesmo com os sons que o jogo faz a cada ação.
Avaliação Final – 4.8/5:
“Okay?” é um ótimo jogo casual de quebra-cabeça que apesar da sua simplicidade ele vai te divertir por horas ou te distrair no seu tempo livre com sua ideia simples e jogatina agradável.
E com isso terminamos o último Mobilezando do ano pessoal, espero que vocês tenham adorado a volta dessa coluna e eu espero ver vocês para conhecerem e indicarem mais jogos mobile em 2020. Eu fico por aqui vendo outros jogos para trazer para vocês no próximo ano, até lá, se cuidem e se divirtam!
Erik Mota
Técnico de programação de jogos pelo SENAC, Graduando em Física pelo IFCE.
“Adoro jogos não só pelas historias que vejo, mas também pelas que vivo.”









