10 jogos do Super Nintendo que tiveram chip adicional para melhorar o performance do console.
outubro 25, 2022Foto: Nintendo
A criatividade
Nosso querido Super Nintendo de que moda premissa em sua engenharia, ser um console aberto a upgrades de hardware atravessadamente de chips embutidos em seus cartuchos.
Por decisão de mercado e para ter um preço concorrente, apesar de uma VPU (vídeo processing unit, o que arrumar GPU dos consoles modernos) e de um chip de som mais modernos e mais poderosos que o seu rival Mega Drive, seu processador central 5A22 de 3,58 MHz parecia pouco perto dos 7,67 MHz do candidato.
“O Super Nintendo poderia receber incrementos de hardware, ou seja, utilizar co-processadores extras embutidos nos cartuchos para auxilia-lo em cálculos e tarefas mais complexas.”
Essa jogada de mestre fez o console ter um preço concorrente para ganhar uma base instalada enorme e o manteve importante até depois da acesso da geração 32-bit, pois os upgrades não ficavam limitados a tecnologia atualidade na data de seu lançamento.
O ponto negativo foi que o preço de fabricação do cartucho alevantava muito.
Então, muitas desenvolvedoras foram por não usar este recurso, mesmo torturando o desempenho dos jogos.
Acredito que fosse uma política de instigação de uso subsidiada pela Nintendo, possuiríamos jogos ainda mais incríveis para esse console maravilhoso.
Os chips

DSP –Passaram quatro chips dessa série feitos para auxiliar nos cálculos harmoniosos e de ponto flutuante para operações 3d usados especialmente no mode 7.

- SUPER FX – É um processar CPU extra de 16-bit avançado pela Argonaut Software. Foi ilustrado para atuar como acelerador gráfico. Produzia polígonos reais no SNES e assim como escala em sprites 2D.

- ST – Uma série de 3 chips que especialmente em Inteligencia Artificial. Sua versão ST018 era um processador ARM 32-bit de 21.47 MHZ

- OBC1 – Sua função era a controle de Sprites. Usado nos jogos com sustentáculo a Super Scope.
- Cx4 – Feito pela Capcom, sua incumbência era efeitos de wireframe (esqueleto de modelagem), velocidade e movimentos de Sprites.

- SPC7110 – fornece compressão de dados e um relógio real que pode ser usado pelo software.

- S-DD1 – Chip avançado pela Nintendo para constrição de dados

- S-RTC – É um relógio interior.
- MX15001TFC – Chip atualidade nos cartuchos memorizáveis do serviço Nintendo Power, o qual era possível downloads de jogos em tendas da Nintendo.

- SA1 – Super Accelerator 1 – Continha um processador parecido no 5a22 (core do SNES), mas acelerado com mais funções e maior velocidade, para ajudar em jogos mais sistemas. Um dos chips mais utilizados.
Agora que vocês já estão manjões, empreendimento pro listão!
Top 10 Jogos de SNES que empregaram chip adicional para melhorar o desempenho do console.
Em alguns jogos fica acessível ver os efeitos onde o chip é empregue, em outros já é mais sutil.
Já que os efeitos se misturam com as capacidades nativas do console, estando mais difícil de identificar.
Menção Honrosa: Kyrby’s Dream Land 3 SA1 1997 Hal Laboratory
Com o Nintendo 64 próximos a fazer 1 ano e o Playstation fazendo seu terceiro aniversário, este game foi a última cartada da Nintendo Of America para o SNES.
O chip Super Acelerador SA1 possibilitou a ter o gameplay fluído, especialmente com o alto número de bitmaps em tela ao mesmo tempo.
É um jogo angélico, vale a pena conferir!
10 – Pilotwings | DSP-1/1B | 1991 | NINTENDO

Foto : Nintendo
Chegando ao ano de 1991, Pilotwings foi um dos títulos projetados juntos com o console e já chegou com tudo teve o poder do Super Nintendo.
O chip DSP1 ficou para turbinar o MODE 7, uma função muito legal do Super Nes em que uma imagem de profundo pode ser referente e distorcida, passando a impressão de 3D.

09 – Super Mario Kart | DSP-1/1B | 1992 | NINTENDO

O Super Mario Kart também colocou o chip DSP-1 para turbinar o MODE 7 e criar efeitos ilusório-3d em objetos, revindo assim as corridas mais arrebatado e divertidas.

08 – Star Fox | Super FX GSU | 1993 | NINTENDO/ARGONAUT
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Foto : Nintendo
Star Fox foi o garota propaganda dos cartuchos com chip colocado.
O Super Fx foi o mais expresso na época por ter esse conhecimento de gerar polígonos.
Levando um 3D real em um console de 16-bit, dessemelhante do MODE 7 que procurava dar a ilusão de 3d.
Levando um 3D real em um console de 16-bit, dessemelhante do MODE 7 que procurava dar a ilusão de 3d.
Muitos outros jogos foram na onda: Stunt Race Fx 1994 (Nintendo / Argonaut), Vortex 1994 (Argonaut) e Dirt Racer 1994 (Motive Time)

Menção honrosa para os jogos cancelados – Start Fox 2, hoje pronto no SNES Mini e o fantástico Winter Gold e FX Fighter.


07- Megaman X2 | 1994 | Megaman X3 | CX4 | 1995 | CAPCOM

Foto : Capcom

O chip CX4 é consumido para efeitos em wireframe, como apresentado no vídeo abaixo:
06- Super Mario World 2: Yoshi’s Island | Super FX GSU-2 | 1995 | NINTENDO

Este jogo bonito veio munido com o a Versão 2 do Super Fx.

Neste momento caso, foi usado para efeitos gráficos desenvolvidos como direção de Sprites e objetos 3D em tela.
Também os Sprites enormes utilizados nos Chefes e múltiplas categorias de profundidade para efeito de parallax.
05- Doom | Super FX GSU-2 | 1995 | Sculptured Software
![Doom [Super Nintendo] - YouTube](https://i.ytimg.com/vi/zlRzaSHEj2c/maxresdefault.jpg)
O port do PC para uma plataforma 16-bit apenas foi provável graças ao Super Fx 2.

Ele não utiliza essa engine do DOOM, mas uma engine personalizado escrita especialmente para o Super Fx.
04- Top Gear 3000 | DSP-4 | 1995 | Gremlin Interactive

Nascente é o único cartucho que colocou essa versão 4 do DSP. Ele fica responsável de desenhar o traçado das pistas e especialmente auxiliar no tratamento quando ela quando desdobra em múltiplos caminhos.

03- Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars | SA1 | 1996 | Square

A square exagerou do poder do SA1 para entregar apresenta-se obra-prima chamada Mario RPG.

Neste ponto, o Super Acelerator foi usado para ajudar no tratamento dos gráficos 2.5 D e nos sistemas Scripts de seus ambientes.
02- Star Ocean | S-DD1 | 1996 | Tri-Ace

O chip de aperto de dados S-DD1 foi utilizado neste RPG.
A principal função era fazer caber todas esses aspectos muito bem trabalhadas na fronteira físico do cartucho.

Os 96 mbits estimados passaram que caber em 48mbits que era o limite do cartucho na época.
01 – Street Fighter Alpha 2 (1996)! Modelo do chip: S-DD1!Desenvolvedor: Capcom

Consumido para controle de sprites, finalmenteereção 18 personagens jogáveis, cada um com seu estágio.
Um port incrível da placa CPS2 para a proteção da sua casa, já próximo ao fim da vida do console.

Note (no vídeo abaixo) as pausas depois do “Fight!”, é aí que o chip entra em ação, justo os sprites.

Jornalista e blogueiro
“Em cada trabalho que deve ser feito, há um elemento de diversão.”




