justdance

Em 2009 a Ubisoft resolveu revolucionar os jogos de música, mas o que faz de Just Dance um jogo, além de rentável, ser tão instigante a ponto de fazer quem nunca teve a menor vontade de dançar ou a menor vontade de jogar videogame, entrar de cabeça na ideia de imersão que o jogo trás?

Falaremos apenas do Just Dance 1, lançado em 17 de Novembro de 2009 para Nintendo Wii. O jogo em sua técnica parecia ser muito similar ao Dance Central, mas bastaram as primeiras jogatinas pra entender que a estrutura era totalmente diferente, e a possibilidade de usar o controle do console na execução dos movimentos tornou-se o principio da imersão console/jogador.

Já houveram muitos jogos que fizeram algo parecido, claro, mas o jogo captava movimentos e conseguia distinguir com precisão a proximidade do movimento realizado pelo jogador. Por isso ele marcou a geração Wii, afinal quem não associa o console ao jogo ou o jogo ao console, o que tornando Just Dance a franquia de dança mais vendida em todo o mundo.

Mas, vem cá, essa coluna é referente ao E Sport, o que o Just Dance tem pra estar sendo citado aqui? Vamos lá! Em 2014, aconteceu o primeiro campeonato mundial de Just Dance. Ele reuniu 20 participantes de países como Chile, Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Canadá, México, incluindo o Brasil. O evento, denominado de Electronic Sports World Cup (ESWC), ocorreu em Paris, e entre os campeões tivemos dois brasileiros como primeiro e segundo lugar respectivamente, Diego “Diegho.san” dos Santos e Tulio “Tuliakar96”.

A Final ocorreu dia 01/11/2014:

Particularmente acredito que a vertente do Esporte Eletrônico pode ir e ainda vai quebrar muitas outras barreiras, é bem verdade que já estamos conseguindo mudar muito da realidade que era empregada a esse tipo de atividade, inovações são dadas a cada segundo, e nesse mesmo tempo, pessoas se prontificam a interagir nas mais variadas funções em que as modalidades se distribuem. O que falta para que o E Sport entre de vez no mercado Nordestino? O que fazer para que jogadores não tenham receio de apostar as fichas nesse novo mercado de oportunidades?

Autor: Matheus Costa